Três teorias para a morte de Stálin HISTÓRIA OUT 24, 2017 ALEKSÊI TIMOFEITCHEV Cena do filme 'The Death of Stalin', de Armando Iannucci, ainda sem previsão de estreia no Brasil Free Range Films O lançamento do filme The Death of Stalin (A Morte de Stálin, em tradução livre) em países europeus provocou intenso debate sobre as abordagens do tema e novamente levantou questões acerca da morte do líder soviético. Ainda envolto em mistério, o assunto é terreno fértil para aqueles que duvidam da versão oficial de mortal natural. Não são poucas as pessoas que duvidam da versão oficial da morte de Iossef Stálin, em 5 de março de 1953. A ideia de que sua morte se deveu a um acidente vascular cerebral causado por uma doença grave partiu do próprio Kremlin. Segundo o historiador Guennádi Kostirtchenko, Nikita Khruschov disse a uma jornalista francesa em 1956 que Stálin morreu depois de uma “pressão resoluta” por um grupo de altos funcionários soviéticos que ...
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Mostrando postagens de outubro, 2017
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Dívida e juros: financismo no comando, por Paulo Kliass Dívida e juros: financismo no comando O Ministério da Fazenda acaba de divulgar o Relatório Mensal da Dívida Pública Federal, com informações atualizadas até o mês de setembro. O documento é importante para quem pretende acompanhar a evolução dos níveis e do padrão de endividamento do Estado brasileiro. por Paulo Kliass No entanto, a compreensão desse tipo de comportamento é ainda mais relevante por nos encontrarmos sob um estado de crise fiscal profunda e com uma orientação bastante ortodoxa do ponto de vista da gestão dos recursos públicos. A narrativa da exigência da austeridade na condução da política fiscal tem levado a administração pública a sucumbir perante um estado de semi destruição. O ímpeto com que os liberaloides levam a cabo sua operação desmonte é bem capaz de promover o desaparecimento do Estado. A opção pela estratégia do austericídio combinou a manutenção de juros oficiais bastante elevados e a ...
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O QUE QUEREM OS MILITARES? (Por Zé Dirceu) É hora de dialogar com os militares. Há anos Bolsonaro faz proselitismo nas escolas e entre os oficiais. Vamos lembrar que ele foi eleito pela primeira vez defendendo os salários e as condições de trabalho das Forças Armadas. Depois evoluiu para uma plataforma anticomunista e antipetista, saudoso da ditadura e defensor da tortura, homofóbico, machista e violento. Fez história no parlamento por suas bravatas e ameaças, infelizmente toleradas pela maioria dos deputados. Agora, caminhamos para ter novos candidatos e atores políticos oriundos da caserna. Destacam-se Mourão e Heleno, ambos generais como o comandante Villas Bôas, que depois de uma fala no Senado - quando expôs um projeto de desenvolvimento nacional, natural em se tratando das Forças Armadas, dos militares - escorregou ao, na prática, apoiar a fala de Mourão favorável à intervenção militar, nome medroso para golpe e ditadura militar. O que determina e o q...
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Uma Contribuição ao “Xadrez da Maçonaria no Brasil, por Luiz Claudio de Assis Pereira Este artigo não tem a menor pretensão de encerrar um assunto que é cercado de tantos mistérios e, por isso, tão polêmico. A intensão é que ele possa, sim, contribuir com o debate iniciado pelo Jornal GGN em torno da atuação política da Maçonaria no Brasil . Ao tentar fazer uma análise imparcial sobre tema de tamanha complexidade há que se considerar a grande dificuldade em se abordar uma instituição que, oficialmente, acaba de completar 300 anos de existência, e que possui inúmeros matizes, caracterizados não só pelos diversos ritos adotados, mas principalmente pelo livre pensar de seus integrantes. Além, é claro, do enorme secretismo que a rodeia. Fato real, concreto; infelizmente, porém, costumeiramente, negado pela mesma, que insiste em se dizer “discreta”, e não “secreta”. Mas antes de iniciarmos esta jornada, vale dizer que, apesar de muitos de nós não gostarmos do modo de vida qu...
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A suposta falta de apetite do MPF por Moreira Franco: recordar é preciso e o STF que se vire! POR EUGÊNIO ARAGÃO, ex-ministro da Justiça. Um dos episódios mais vergonhosos do golpe que redundou na destituição da Presidenta Dilma Rousseff foi o impedimento de Lula assumir o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Foi uma orquestração bem articulada entre a República de Curitiba, o STF e o PGR. Os autores da trama receberão da história seu devido reconhecimento: a latrina dos traidores da Pátria, de onde nunca deveriam ter saído. Para os golpistas, Lula não poderia assumir a Casa Civil, pois, ali, saberia como ninguém promover o pacto necessário para desfazer o plano engendrado por Michel Temer e Eduardo Cunha. Diz-se que já nessa época havia encontros entre o usurpador e o cabeça coroada do MPF. Certamente não por acaso. Enquanto um queria um ministério público dócil, o outro queria garantir sua sucessão por alguém de seu grupelho na corporação. Os 54 milhões de eleitores de Dil...
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Pronunciamento emocionante do Des Lédio Rosa de Andrade Para quem ainda não entendeu. Cometer ilegalidades em nome da legalidade é tão ilegal quanto. E pior, porque a partir dai não há, não haverá a quem recorrer. Menos ainda quando estão acovardados; e estão acovardados. No vídeo abaixo, sessão solene fúnebre em homenagem ao Reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina, Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou depois de ser preso e humilhado sem ser sequer ouvido. Em seu desabafo, definiu o desembargador e professor Lédio Rosa de Andrade: -(...) a mais perfeita ditadura, que é a ditadura feita em nome da moral, feita em nome da justiça, feita em nome da democracia... Como é, termina sendo toda e qualquer ditadura, em qualquer lugar. Alertou o desembargador Lédio: - (...)os néofascistas (...) os ditadores de espírito nunca morrem, estes estão sempre por aí...estão aqui... esperando a hora de voltar... Estão por aí, por aqui. Como sabemos. Ou já dever...
"Pobretologia" escondeu a luta de classes
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Em entrevista especial à TV Afiada, a historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense, Virgínia Fontes, fala sobre as decisões que o PT tomou ou deixou de tomar durante seu governo e também sobre as novas formas de organização do capitalismo. A entrevista foi gravada durante o seminário internacional "1917: o ano que abalou o mundo", organizado pela Editora Boitempo em comemoração ao centenário da Revolução Russa. Saiba mais: www.revolucaorussa.com.br
A burguesia deu um tiro no pé
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Na segunda parte de sua entrevista especial à TV Afiada, a historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense Virgínia Fontes analisa a internacionalização da burguesia brasileira, fala sobre o Golpe das Quadrilhas contra a Presidenta Dilma e afirma: o Capitalismo brasileiro não sabe para onde ir! A entrevista foi gravada durante o seminário internacional "1917: o ano que abalou o mundo", organizado pela Editora Boitempo em comemoração ao centenário da Revolução Russa. Saiba mais: www.revolucaorussa.com.br Na terceira parte de sua entrevista especial à TV Afiada, a historiadora e professora da Universidade Federal Fluminense Virgínia Fontes afirma que a estrutura do Estado atual foi moldada na Ditadura Militar, analisa o fantasma do fascismo no Brasil e decreta: nem os protagonistas do Golpe sabem o que estão fazend