O poder da invenção
As pedras açoitadas quebram as vidraças
As filosofias dos pensadores enganam-se
A moral eticamente contradiz-se
A exposição é necessária para as montras,
Mesmo que o ceptismo dite as regras
Mesmo que a hipocrisia se camufle
As feridas abertas clamam justiça
Os gritos ecoam sem os coros de outrora
Os séculos passados continuam presentes
Sem a utopia desnecessária das revoltas
Os trajes estão em processo de reciclagem
Os personagens querem ser actores da história
A vida como um drama grotesco- trágico
Suplica a felicidade eternamente
Energiza o pensamento soberano
Anuncia sua perecível alegria
A marcha dos alegres protesta sorridente
Vive o cotidiano de Sisifo passivamente
Perdoa as pedras ignobéis arremessadas
Renasce das esperanças inventadas
Manoelito Neves 21-09-11
As pedras açoitadas quebram as vidraças
As filosofias dos pensadores enganam-se
A moral eticamente contradiz-se
A exposição é necessária para as montras,
Mesmo que o ceptismo dite as regras
Mesmo que a hipocrisia se camufle
As feridas abertas clamam justiça
Os gritos ecoam sem os coros de outrora
Os séculos passados continuam presentes
Sem a utopia desnecessária das revoltas
Os trajes estão em processo de reciclagem
Os personagens querem ser actores da história
A vida como um drama grotesco- trágico
Suplica a felicidade eternamente
Energiza o pensamento soberano
Anuncia sua perecível alegria
A marcha dos alegres protesta sorridente
Vive o cotidiano de Sisifo passivamente
Perdoa as pedras ignobéis arremessadas
Renasce das esperanças inventadas
Manoelito Neves 21-09-11
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