Milton Santos excedeu as fronteiras do conhecimento humano e anteviu as consequências das mudanças do cenário geopolítico em que os modelos de colonização se reconfiguram e são vistos como fenômeno natural do processo de modernização do mundo, mas que revelam a mascara da exploração e homogenização cultural, além de apropriação das riquezas das nações pela via dos acordos desonestos e vilipendiadores!
As revoluções camponesas de 1917 Sarah Badcock , Jacobin Magazine Em 1917 , os camponeses eram fator decisivo no jogo político. Definiam respostas dos políticos aos desafios nacionais; produziam, controlavam e decidiam sobre os suprimentos de alimento; os soldados eram camponeses armados e uniformizados, fazendo e acontecendo no mundo do poder político; e, porque eram a maioria dos moradores das cidades russas, também tiveram papeis chaves nos levantes urbanos. Apesar disso, quando se fala de revoluções camponesas, em geral falamos de batalhas rurais em disputa pelo uso e pela propriedade da terra. E, embora mais de 80% da população da Rússia vivesse em áreas não urbanas em 1917, os especialistas quase sempre marginalizam a experiência dos camponeses da Revolução Russa e sua participação nela, preferindo concentrar as atenções nos trabalhadores urbanos e na intelligentsia . A diversidade e a complexidade dos levantes rurais diluem quai...
Milton Santos, baiano, negro e global.
ResponderExcluirLer e ouvir Milton Santos nos ajuda a compreender melhor a chamada contemporaneidade ou terceira fase (para alguns estudiosos) da globalização.
Estava assistindo com meus alunos este documentário "Por uma outra globalização", e, na oportunidade identificávamos elementos do desassossego que vivemos hoje, já constatados e problematizados por Milton na década de 90 do século passado. A exemplo dos imigrantes sírios. (Geopolítica)
Manoelito, parabéns pela postagem.